Amor de outrora!
A vida que levo agora
Sedentário estou fora, do mercado
Do emprego do trabalho
Estou fora do baralho, indignado
Com tempo, pus-me a pensar
Que gostaria de amar, como outrora
Noutros tempos eu senti
O que não mais revivi, até agora
Gostaria de reviver
Tudo o que pude viver, outrora
Gostaria de ressentir
O que outrora pude sentir. Agora
Talvez por ser o primeiro
Tão puro e verdadeiro, não houvesse
Espaço neste meu peito
Para outro amor tão perfeito, que dê-se
Aquela paixão que foi
Tão forte que ainda dói, no peito
Aquele amor tão profundo
Do tamanho deste mundo. Perfeito
Só gostava de voltar
A poder assim amar. Agora
Encontrar o que encontrei
E sonhar o que sonhei. Outrora
Nunca
mais vivi, outro amor igual!
mais vivi, outro amor igual!
M. A. R.
Da Silva
Da Silva
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